TEIXEIRA DE FREITAS NÃO É UMA SMART CITY, NÃO É UMA CIDADE INTELIGENTE.
Cidades inteligentes, PDU, PDCA, Teixeira de Freitas, tecnologia, sustentabilidade.
O processo de urbanização das sociedades ao redor do mundo, intensificado sobretudo nos séculos XX e XXI, tem gerado não apenas desafios socioeconômicos significativos, mas também múltiplas possibilidades de desenvolvimento. Esse fenômeno evidencia a coexistência entre tradição, inovação e perspectivas futuristas, impulsionadas pelo avanço tecnológico e pela busca por maior bem-estar social. A construção de cidades inteligentes (smart cities) requer planejamento estratégico e gestão contínua, elementos que podem ser potencializados pela aplicação do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) na implementação do Plano Diretor Urbano (PDU). Este estudo analisa como o uso do PDCA pode contribuir para a estruturação de cidades mais eficientes, sustentáveis e tecnologicamente integradas, tomando como referência o município de Teixeira de Freitas. O PDU, quando orientado pelo PDCA, permite que o processo de urbanização seja conduzido de forma sistemática, possibilitando o acompanhamento de metas, a correção de falhas e a melhoria contínua das políticas públicas. Além disso, a incorporação de tecnologias digitais favorece a coleta e o monitoramento de dados urbanos em tempo real, fortalecendo a tomada de decisão baseada em evidências. A aplicação desse modelo promove a sustentabilidade ambiental e social, garantindo que o crescimento urbano ocorra de maneira equilibrada e participativa. Assim, o uso do ciclo PDCA no contexto do PDU representa uma ferramenta metodológica eficaz para o desenvolvimento de cidades inteligentes, contribuindo para a consolidação de um ambiente urbano mais resiliente, inovador e voltado ao bem-estar coletivo.