Banca de DEFESA: GREYCE BONJARDIM DA SILVA CARMO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GREYCE BONJARDIM DA SILVA CARMO
DATA : 29/10/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Campos Sosígenes Costa - Sala Taperapuã 2 - Link: https://mconf.rnp.br/webconf/csc-2
TÍTULO:

Percepção Ambiental da Comunidade Arara em Teixeira de Freitas (BA)


PALAVRAS-CHAVES:

Percepção ambiental. Topofilia. Representações Sociais. Arara.


PÁGINAS: 92
RESUMO:

A percepção ambiental tornou-se um conceito operatório fundamental para compreensão das relações entre homem e a natureza. Por conseguinte, uma ferramenta necessária para o desenvolvimento e proposição de diferentes açõesde intervenção calcadas na compreensão situada dessas relações no âmbito dos Territórios de Identidade e as singularidades de suas populações. Diante disso, a presente pesquisa tem por objetivo geral investigar a percepção ambiental dos moradores de Arara, comunidade rural teixeirense na Bahia, notadamente, na relação entre diferentes gerações e na consideração das pressões externas sobre a comunidade. Este estudo se constrói ancorando-se na literatura sobre percepção ambiental, no escopo da Teoria das Representações Sociais e na discussão acerca da percepção ambiental em comunidades rurais. Além disso, vale-se dos conceitos de território, paisagem valorizadaetopofilia, oriundos da geografia humanista, como forma de estabelecer inferências acerca das representações dos sujeitos da pesquisa. Metodologicamente, são empregadas estratégias qualitativas de coleta de dados, a saber: a) entrevistas semiestruturas e conversas informais com moradores mais antigos da comunidade; b) realização de oficinais de produção de desenhos com crianças; c) uso de questionário e roda de conversa com adolescentes; além do uso de diários de campo para registro das observações e visitações realizadas. O emprego dessas estratégias permitiu a determinar que: a) determinadas lembranças eclodem como disparadoras da consciência em preservar os recursos ambientais da comunidade; b) há a constatação, por parte de alguns moradores mais velhos, da pouca participação dos jovens no processo de preservação e cuidados relativos aos recursos naturais da região; c) o crescimento do plantio de eucalipto se coloca como bastante negativo, em virtude de significativas alterações no entorno ambiental e no comportamento da comunidade; d) não há um trabalho efetivo de conscientização das crianças, nem no espaço familiar, nem no espaço escolar, quanto às características da fauna e flora da região e, finalmente, e) a ausência estatal com políticas públicas voltadas para as necessidades ambientais, produtivas e educativas da comunidade como um todo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1148011 - ALESSANDRA BUONAVOGLIA COSTA PINTO
Externo ao Programa - 1694002 - ANGELA MARIA GARCIA
Externo ao Programa - 2250633 - FREDERICO MONTEIRO NEVES
Interno - 1782304 - JAILSON SANTOS DE NOVAIS
Notícia cadastrada em: 11/10/2019 10:58
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